Maquitex e Maquishoes/Expocouro levaram mais de 11 mil profissionais à Exponor 26.10.2017
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A Exponor recebeu mais de 11 mil profissionais para mais uma edição das feiras Maquitex e Maquishoes/Expocouro, que ao longo de três dias mostraram o que de melhor e mais inovador existe para as indústrias do têxtil e do calçado.

Com 15 mil metros quadrados de exposição, 130 expositores e mais de 300 marcas representadas, as feiras levaram até à Exponor os mais recentes avanços tecnológicos para dois setores que são ainda responsáveis por um número considerável do emprego em Portugal. No final do certame era grande a satisfação das centenas de expositores que marcaram presença, quer por terem ficado com uma noção exacta do estado do setor, quer pelo volume de negócios gerado e portas abertas para futuras parcerias.

A Maquitex assume-se como a maior feira ibérica destinada a um setor exportador em forte crescimento, tendo regressado após um interregno de dois anos, num modelo de parceria entre a Exponor e a empresa OFFE. Para os profissionais do têxtil, foi um palco privilegiado para a apresentação das últimas novidades em máquinas e tecnologia, assumindo-se assim como um espaço de networking por excelência. Foi ainda uma oportunidade para renovar, ou reforçar, a capacidade produtiva das empresas de um setor cujas exportações, em 2016, terão ultrapassado os cinco mil milhões de euros.

Também a Maquishoes/Expocouro veio confirmar a pujança de um setor estratégico da economia nacional. A feira dedicada à tecnologia e matéria-prima para a área do calçado duplicou de tamanho em relação à última edição, realizada em 2015, e contou com o dobro dos expositores. Na edição deste ano, acrescentaram-se as mais recentes novidades em peles e curtumes, um setor que está intimamente ligado ao do calçado.

Para a organização das feiras, o sucesso desta edição “comprova o acerto desta aposta de juntarmos dois setores charneira da economia nacional, com as melhores marcas do mercado reunidas para se criar um verdadeiro ambiente de negócios”, frisando ainda que “esta foi também uma prova da resiliência das empresas portuguesas que após um período de ajustamento à nova realidade do comércio global estão agora a dar cartas nos mercados internacionais”.
Fonte: MSImpacto – Comunicação e Assessoria de Imprensa
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