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Edição 2012: Produção nacional passou com distinção na avaliação dos compradores internacionais
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21.06.2012
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EXPONOR recebeu 22.040 visitas de profissionais de mobiliário e decoração.
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A efetivação de um negócio na feira para o museu de Arte Moderna da Holanda; o inicio de exportação para o Dubai, que poderá vir a representar 20 por cento da faturação anual de uma empresa; e uma estreia na internacionalização com o mercado colombiano - são apenas três exemplos de empresas que obtiveram sucesso nos negócios durante a edição conjunta da EXPORT HOME e INTERDECORAÇÃO, que terminou domingo, com saldo positivo.
Logo ao segundo dia da feira, «os investimentos que fizemos foram recuperados», adiantou Fernanda Barbosa, das Tapeçarias Ferreira de Sá (têxteis-lar), referindo ainda que efetivaram um negócio muito relevante com um contacto estabelecido na feira. Gonçalo Pyrrait, designer de interiores e representante da holandesa Ruys Interieurs, fez compras para o museu de Arte Moderna da Holanda na Ferreira de Sá.
A Albino Miranda (mobiliário de interior e exterior), com as marcas Karpa e Gestos, conseguiu um importante contacto junto de um convidado da EXPONOR. «A concretizar-se o negócio com o Dubai, que tudo indica que sim, representará 20 por cento da nossa faturação anual», adiantou Bernardino Cardoso, diretor comercial da empresa.
A porta de entrada no mercado externo está igualmente aberta para a Suideneto. Esta empresa de mobiliário conseguiu nesta edição dar início à tão «desejada» internacionalização. «Com a Colômbia, vamos dar o nosso primeiro passo para a internacionalização. O contacto foi conseguido aqui no certame», referiu Benilde Neto, da Suideneto.
Também a Sachi (mobiliário de exterior), que está em vias de exportar metade do que produz, tem boas perspetivas para serem trabalhadas. «Estivemos com um agente italiano que veio de propósito à feira conhecer o nosso produto. Mostrou-se muito interessado, sobretudo pela combinação entre o design e o preço», explica Hugo Lourenço, responsável da Sachi.
O denominador comum destas empresas é mesmo o contacto, na maioria dos casos determinante, com o mercado externo na feira. E foram perto de mil as visitas profissionais internacionais que carimbaram o passaporte na EXPONOR. A produção nacional passou com distinção na avaliação dos compradores estrangeiros.
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Fonte: Exponor
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